O chuvisco que escorria do céu branco era incessante. Enquanto observava as pequenas gotículas sopradas pelo vento, meu hálito desenhava manchas brancas na vidraça fria.
Fiz um pequeno desenho, nesta nuvem de vapor sintetizada no vidro, e fiquei observando-a até desaparecer.
Não sei dizer por quanto tempo estive ali, neste estado de ausência. E seria contraditório dizer o quanto estava presente nesta minha ausência.
Estar fora, nem sempre é não estar presente. E observar a vida é o que mais tenho feito!






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